sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O sonho acabou

Passado aquela sensação de angústia provocada pela lembrança do terrorismo de 11 de setembro de 2001, a vida segue. Mas desde então, acredito que ela não segue no mesmo rumo. Estamos num novo milênio, um novo século. Aquele, que mais uma vez, acredita-se ser o último. O que ficou para trás nos deixou muitos ensinamentos, o principal seria que não há verdades absolutas, que não há apenas uma versão das coisas.

No entanto, alguns fanáticos, sejam ateus ou cristãos, mas que acreditam estritamente nas teorias ditas como verdades, dizem que o mundo e as coisas são cíclicas. Pode até ser, que de tempos em tempos temos crises, temos bonanza, mas tão programados não somos.... tenho quase certeza.

E aí chegamos em 2010, aparentemente não aconteceram grandes mudanças. Ou apenas estamos esquecendo de cruzar algumas informações vitais. Muitos podem dizer que as mudanças pertencem apenas a situação climática, outros a econômica, e outros ainda apenas com os modelos para se viver. Diria que é uma reunião de tudo isso.

De um lado, os EUA com o aumento da pobreza, reflexo da crise gerada pelo seu próprio sistema. E o melhor, ver eles discutindo e criticando sobre como os outros países estão influenciando negativamente, no caso da China e sua política cambial. Ao mesmo tempo em que se discute a construção de uma mesquita próximo ao local do ataque terrorista de 2001. De outro, a ilha da utopia que nunca foi um sonho. Cuba demonstrou que o radicalismo nunca deu certo. Os EUA podem dizer, "nós avisamos"; mas Cuba pode fazer o mesmo discurso, já que as coisas lá em cima não andam nada boas.

Duas realidades antagônicas que demonstram que os idealismos, as buscas por uma única verdade, não estão com nada no nosso tempo. O que me espanta ainda mais é atitudes como a da França de proibir as vestes femininas usadas pelas muçulmanas - aquelas que tapam o rosto. Quer dizer, não era a França um país das culturas??? Não sei de mais nada. Só penso que gosto do que vejo, que o mundo está indo para uma direção melhor, que homem está tendo as provas de que as verdades precisam ser construídas, e que para a dor de muitos crentes, não há uma escritura que norteia tudo isso.

Somos e devemos ser agentes das mudanças. Se o sonho do capitalismo desenfreado está indo por água abaixo, o sonho do estado gestor e provedor também ruiu. Modelos??? Quem sabe devemos nos preocupar menos com eles e deixar as coisas acontecerem. Se iremos acabar em 2012, ou será mais uma daquelas previsões que não deram certo.... ahhhh... não sei! Só espero que haja uma revolução em prol da realidade.

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Enquanto isso, a política no Brasil parece uma guerra de verdades. Só falta alguém aparecer fazendo companha em nome de Jesus. Escândalos por todo o lado, a mídia metralhando, etc. e tal. Não quero defender o governo atual, até porque seria errado fazer isto, mas não sou tolo de acreditar que os escretos estejam apenas de um lado. Quem conta é porque já fez parte. Há muitos interessados com isso. E qual será o motivo desses fatos aparecerem somente na vespera das eleições?.....

Assunto para muitos posts...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mais uma conquista importante!!!

Claro que estamos num período eleitoral, eu particularmente, cheio de tarefas, planos, e enfim, com horários e coisas todas bagunçadas... mas isso eu preciso postar e com certa urgência!!! Não farei comentários - especificamente, já que o título diz o que penso sobre - mas deixo como registro essa conquista para os rotulados LGBTT - sigla que não gosto muito, mas acabo usando também por não saber ou não achar outra que a substitua. Não gosto, apenas por ainda sofrer muito preconceito.

Enfim, deixo para vocês uma notícia que saiu agora a pouco no sítio da Folha Online.



Conselho de medicina libera procedimentos de mudança de sexo para mulheres



EMILIO SANT'ANNA
DE SÃO PAULO

A partir desta quinta-feira, a mudança de sexo para mulheres está regulamentada no país. Com a decisão do CFM (Conselho Federal de Medicina), publicada no "Diário Oficial da União", os procedimentos de retirada de mamas, ovários e útero deixam de ser experimentais e podem ser feitas em qualquer hospital que siga os requisitos da resolução.

Apenas a neofaloplastia (cirurgia de construção do pênis) continua sendo considerada experimental. O CFM ainda considera questionável os resultados desse tipo de procedimento.

O tratamento para a mudança de sexo só pode ser realizado em pessoas maiores de 21 anos e deve obedecer aos mesmos critérios da mudança de sexo em homens transexuais.

A seleção dos pacientes para cirurgia continua obedecendo a avaliação de equipe multidisciplinar constituída por médico psiquiatra, cirurgião, endocrinologista, psicólogo e assistente social. Este acompanhamento deve ser de, no mínimo, dois anos.

Para a gaúcha, Cristyane Oliveira, uma das pioneiras a passar pela cirurgia de mudança de sexo no Brasil, em 2001, a resolução do CFM é uma vitória das mulheres transexuais --que não se enxergam num corpo feminino. "É uma conquista e um avanço muito importantes para essas mulheres", afirma.

Em 1997, o CFM liberou as cirurgias de mudança de sexo masculino, desde que realizadas em hospitais universitários, e em caráter experimental. "Fui uma das primeiras a procurar o serviço do Hospital das Clínicas de Porto Alegre", diz Cristyane.

Ela afirma que a resolução do CFM pode aliviar o sofrimento das mulheres que não têm como pagar pela cirurgia em outros países, que podem custar até R$ 40 mil. "Hoje, a Tailândia é um dos lugares mais procurados pelas mulheres, porque lá os médicos conseguem os melhores resultados", diz.

Hoje ela está casada e trabalha como secretária em Porto Alegre. Mas para isso, teve que vencer outra barreira além da cirurgia para redefinir seu sexo. "A mudança de minha identidade levou cinco anos para ficar pronta", afirma. "Na época, o Ministério Público recorreu porque queria que constasse de minha identidade a informação que havia passado pela cirurgia. O caso se arrastou e acabou sendo decido em Brasília pelo Supremo."

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Algo desta sexta-feira!!!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

E o amor!????

Hoje, parecida com toda a segunda-feira, tentamos, ou melhor, fazemos planos para começarmos algo. Para darmos o primeiro passo, reiventar, recomeçar. O Jornal Hoje da Globo, lembrou muito bem em uma reportagem, principalmente por estarmos começando também o segundo semestre do ano letivo, o segundo semestre do ano financeiro, e que daqui seis meses não estaremos mais em 2010. Pode soar estranho, mas muitos vivem nessa nóia de tentar parar o tempo. Não critico simplesmente, entretanto, acho desnecessário ficar se cobrando. Afinal, quem tanto quer parar no tempo, de certo modo, está insatisfeito de como o tem usufruído.

Este não é meu caso. E para quem me conhece pode soar bem estranho, quem sabe, muito mais que estranho, um irônico sarcástico. Ontem, foi aniversário de um ano de formatura. AHH... minha sonhada colação de grau em Comunicação Social - Jornalismo. Ano passado parecia apenas mais um passo para uma carreira profissional, um passo comum, linear da vida de quem busca profissionalização e formação superior num país em desenvolvimento.

Passados os 365 dias, não vejo assim. Poderia ser pessismista, afinal não estou atuando. Poderia dizer milhares de coisas contra o sistema, negativizar as minhas espectativas de futuro ou algo assim. Porém estou bem longe de fazer um comentário desses sobre este assunto.

Para mim, este não é apenas o começo de um segundo semestre, o primeiro aniversário de formatura. Depois de ter um ano, cheio de coisas, mas digo mesmo, abarrotado de acontecimentos, dos mais variados propósitos, com as conseqüências mais cruéis, e por vezes de causas não muito explicáveis. Penso, que este mês de agosto, bem pelo contrário daquilo que sempre acreditei, é o mês de marco, um mês pilar, um mês em que só tenho a comemorar.

É estranho, mas diria que pode ser o primeiro ano de muitos... ou o último de poucos. Tanto faz, não me importo mais. Quem sabe já me importei o suficiente e já perdi tempo demais. Mesmo isso não subindo a minha cabeça, acho desnecessário ficar se ocupando com fatos que não acontecem, situações que se encontram no roll das probabilidades. Um ano como bacharel, um ano cheio de novas visões, de muitos e muitos amigos, de nenhum novo amor (apenas aqueles mal resolvidos do passado).

Poderia dizer, que estou comemorando o ano velho hoje, fazendo um novo ano desconsiderando a cultura do dezembro/janeiro. Ahhhh!!!! mas lá em cima, no título desse post que estava sendo pensando e que não conseguia se materializar, tem uma pergunta: "E o amor?".

Nesse sentido, ou melhor, amor não tem sentido, mesmo quando o buscamos, vemos que não conseguimos encontrar, e quando achamos que enconramos, é que acabamos de perder toda a magia, todo o encanto, e então, não temos mais amor. Estranho, confuso, sou assim; mas este final de semana voltei a ver filminhos. Seja com amigos, seja sozinho - gosto disso também. E um melhor que outro, quem sabe devido ao momento, quem sabe por serem bons, ou pelo inverno friiioooo do sul nos permitir a introspecção necessária.

Vou falar em ordem inversa. O "Recém Chegada" é fabuloso, primordial, por que não: essencial. Adoro essas histórias onde mistura-se a questão do urbanóide, da vida cheia de possibilidades, fabulosa e vazia, com a vida Carpe Diem em um vilarejo. Para quem nasceu e passou boa parte de sua vida num vilarejo sabe do que estou falando. Tem muitos problemas por lá, como todos saberem da sua vida, mas isso também pode ser uma coisa boa, em alguns momentos. Digamos, quando necessitamos de solidariedade. Algo difícil nos centros maiores. Não vem ao caso me justificar sobre meu posicionamento, pois até acredito que podemos levar uma vida assim num centro maior, mesmo sabendo que é bem mais difícil, pois depende de muito interação com as pessoas que você convive.

O filme, mostra o quanto o amor pela vida e pelas coisas simples, como a solidariedade, o respeito pelo que o outro é, se torna importante na construção da felicidade e na conquista do seu amor, seja o próprio, seja de outrem. Coisas difícies sobre o amor, ou melhor, as complicações que nos adentramos na busca dele, são claramente traduzidas, numa forma até cruel, no filme "500 dias com ela". Eles avisam na capa, que o filme não é sobre amor. Contando, teria alguma coisa nessa vida que não dependeria do amor????

A amiga que assistiu o filme comigo ontem a tarde, esplanou muito bem de como somos racionais, mas ela esqueceu, que mesmo vivendo na racionalidade - que entendo como ser uma forma de fugir da humidade que nos é necessário - ela também sofre, também vive em função disso que ela não acredita. A busca profissional, a busca por um parceiro, os relacionamentos com a vizinhança, a nossa vida, cada fração da fração de segundos é constituída por ele. AHHH!!! Vocês devem pensar que sou mesmo um romântico inveterado, posso até ser. É que noto, passamos os dias, o quão somos e nos guiamos pelos sentimentos, não sendo sempre o amor, é claro, pois daí não teríamos tantos problemas na sociedade, mas pela sua pouca compreensão, pelas suas desilusões, pela sua ganância. Tenho quase certeza que gananciamos muito mais sentimentos do que dinheiro, porém, trocamos eles para nos satisfazer. Simples assim.

Mas não é simples a cena do filme "500 dias com ela" em que ele fala de um artista e uma música na qual estava numa coletânea que fizera para ela escutar, e ela não ouviu e ainda fez aquela cara blasé. Doído neh!!! Mas não sabemos lidar com isso, teimamos em nos enganar, acreditar que o amor é apenas aquele, ou melhor, a vida que temos, é a melhor, a necessária, a intransferível, que não podemos perder nada. Só que não lembramos, que ao perder muito, ganhamos muito mais.

E assim, fico na tentativa de conseguir responder: E o amor!????

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Dois lados... duas versões... dois modos!!

Como é engraçado!!! Para não colocar trágico. Nascemos, nos criamos, cada um a seu modo, cada um dentro de suas possibilidades. Aprendemos algumas coisas aqui, outras alí, outras lá. Aquela história que formamos uma base sólida à partir da família e de seus ensinamentos, a cada dia vai sendo diluída num emaranhado de dúvidas. Está certo, somos exatamente aquilo que tanto desprezamos, sei disso. Ou melhor, apreendi de uma certa forma meio trágico que as coisas funcionam assim comigo.

Jamais poderei dizer que isso é para todos. Porém, eu sou assim. No entanto, mesmo sendo muito parecido com todos aqui em casa, sou muito diferente. Não apenas no modo em que levo a vida, nas minhas escolhas, nas minhas percepções, minhas visões de mundo. Sou literal, isso eu sei, sou sarcástico, mas sou leal.

Ontem mesmo, minha irmã me mostrou um cartão que recebeste de uma amiga/colega de classe junto com o presente da brincadeira de amigo secreto. E depois de ler, e reler fiquei muito feliz. Entre muitas belas palavras, num texto quase melódico, a sua colega, autora, colocou uma questão relativa a minha irmã a qual me identifiquei (ou seria o contrário?). Que a mana vive num mundo COR DE ROSA.

Putz!!! Para alguns pode ser uma extrema ofensa. Para minha irmã, até soou como desagrado. Eu já não. Eu vejo com bons olhos, eu me enxergo nisso. Não vejo nenhum problema, pelo contrário, vejo apenas coisas maravilhosas. Se propor a viver num mundo COR DE ROSA nos torna dóceis. Por muito tempo eu fui assim, me permitindo a não conhecer o outro lado - a realidade.

E me respondam??? Eu ganhei alguma coisa com isso. Não, nem um pouco. Quem sabe para o futuro, quem sabe me tornei um pouco mais desumano, muito mais cruel com o mundo e comigo mesmo. Me anestesiei do mundo ao conhecê-lo.

Viver numa bolha é ruim, mas viver numa dura realidade é muito pior. Sou a favor de um mundo COR DE ROSA. Sou a favor de uma ilusão em prol do meu bem-estar. Afinal, pouco muda eu acreditar nessa fantasia, ou acreditar nessa hipocrisia. Tanto faz, são apenas dois lados, e que ficar no meio disso tudo sim é patológico. Ter a possibilidade de escolher, de querer fantasiar não depende tanto assim da família, situação social, ou de qualquer coisa que tanto insistem em me convencer. Trago um exemplo claro, Hebe Camargo numa entrevista ao programa Marília Gabriela Entrevista no GNT falou que ela sempre foi assim, não via os problemas como problemas. Quando pequena não tivera muitas possibilidades, não tivera nem geladeira, então, quem dera cheia de comidas.

O que ela fez então. Segundo, a própria, ela brincava de dizer que tipo de comida sua mãe iria querer pro jantar, que ela iria tirar da geladeira pra preparar. Pode parecer estranho, maluquice. Mas é apenas uma forma de conviver com a realidade, de esperar por algo novo, de chamar pela sorte, de buscar, mesmo que incoscientemente e sem conhecer nenhuma dessas teorias modernas, uma vida melhor.

Sou a favor do mundo COR DE ROSA. Não sou a favor da bolha, pois ela é fácil demais de estourar. Quero que as pessoas acreditem mais nas coisas lindas, na bondade, na vida melhor e sem privações, na vida de muita liberdade. E acima de tudo, eu quero voltar a ver esse mundo com um película ROSA, num tom relaxante, de aconchego, de plenitude. Seja qual lado escolher para olhar pro lado, pense bem antes, e não deixe, eu... ou qualquer outro convecê-lo do que é melhor. Seja você, acredite em você e viva no mundo em que acreditar existir.

Grande abraço.... a todos meus amigos, amores, aos que conheço, aos que ainda não conheci, aos desta e de outras vidas.... Um grande e forte abraço.... Estamos juntos.. AMO VCS!!!!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A Copa do Mundo é nossa!!!


Os semifinalistas da Copa 2010 são exemplo de respeito aos direitos LGBT. Tudo bem que o Brasil não chegou até a disputa, mas a gente tem ao menos um motivo para comemorar a presença dos quatro times que segueram lá. Uruguai, Espanha, Alemanha e Holanda estão entre os países onde a população LGBT têm acesso a direitos civis equivalentes aos concedidos aos heterossexuais.(texto adaptado do site mix brasil)

O que me deixa mais feliz nessa toda onda de Copa do Mundo de futebol é que não somos os favoritos, nem de longe. Nem tudo que foi, ou representa algo, pelo percurso histórico, quer dizer que é bom ou tem chance. A Copa na África do Sul mostrou isso. Digo, pois está quase no finalzinho. Independente de quem ganhar ou não, nos lembrou que não podemos - isto para nós brasileiros - nos basearmos em prol somente do futebol, ou de qualquer esporte que seja.

Melhor ainda, e com certeza, agora as pessoas devem estar me achando louco, é o caso que envolve o goleiro do Flamengo, o tal Bruno. Não sei se ele matou e nem quero saber. Pois se mata a cada instante nesse país, de maneiras mais cruéis possíveis, de maneira velada por vezes, e não se faz nada - assunto para outra hora. Mas, nesse momento quero enunciar uma teoria que sempre compartilhei. Que o esporte pode ser apenas um instrumento contra a criminalidade, mas ele está longe de ser eficaz enquanto tal.

Vão dizer, mas é exceção. Não, não e não!!! Quantos jogadores têm ligação direta ou indireta com o tráfico. Quantos??? A gente nem sonha o número. Empresários, pessoas que ajudam a financiar tudo isso, no caso, as torcidas ligadas ou reflexo de gangues. Está mais do que na hora de percebermos que esporte é importante, senão fundamental para o bem-estar do corpo, da mente, etc.; mas que esperar dele algo além, é pura exceção.

Sou muito mais de algo ligado com a arte, com a promoção da cultura, do conhecimento e resgate histórico da cultura daquela comunidade, a introdução e o aprendizado de outras formas culturais, e toda a problematização que isto gera. Claro, que é muito mais interessante promover algo que já está aceito socialmente. Uma escolinha de futebol para meninos de rua é o máximo, já uma escola de ballet para meninos de rua é degradante e sem motivo de ser. Sempre dizem: "Você já conheceu alguma bailarina que ficou rico?"

Quem sabe "o fim não justifica os meios".

E só para terminar. No hoje de ontem, dia 6 de julho, entre o Uruguai e a Holanda, esta ganhou. Claro, até estava torcendo para os hermanos, mas na questão de direitos acessíveis aos gays, a Holanda é referência e com certeza deve mostrar isso. Afinal, ouvi muito gente sem noção - desculpe a constatação (até rimou) - dizendo que não passavam de um bando de 'drogaditos'. Sejam o que forem, acontece que precisamos fazer jus ao princípio da liberdade de expressão, e lá fazem. Chega um momento que nos cansa perceber que estão, de uma maneira sutil, nos tirando direitos e não nos permitindo a viver e ser aquele que desejarmos.

Fico feliz que quem for campeã, possibilita a população LGBT direitos iguais. VIVA....

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Precisamos contunuar o debate! 2ª parte

Olhos atentos