quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Meu primeiro professor - blog

Fui convidado, isso ano passado, por uma professora a escrever num blog dedicado a falar do primeiro professor. No início resisti um pouco e tal, mas acabei aceitando o desafio e escrevi. Quem quiser ver a minha postagem e dos demais convidados e quem sabe mandar um postagem também sobre seu primeiro professor é só entrar no blog: www.meuprimeiroprofessor.blogspot.com.

Ahh!!! As férias pertencem ao ócio, então, estou assim... de férias do blog e de um monte de coisas que faço o ano todo para fazer coisas que não faço durante o ano. Prometo que este final de semana irei postar algumas coisas interessantes que venho maquinando a dias. Mas enquanto isso, podemos nos divertir vendo mais uma edição do BBB ou qualquer outra besteira da televisão. Afinal, nas férias prevalece o ócio, principalmente, o cerebral.

Abrss

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Coisa de férias

Ociosidade... é algo comum nas férias! Pelo menos, eu vejo assim. Como sou estudante, costumo passar os meses de janeiro e fevereiro na casa dos meus pais. Isso quer dizer, abdicar de muitas coisas. Entre elas, amigos especias, junções com as amigas, o não cumprimento dos horários, etc. e tal.
Em contrapartida, as regalias de estar em casa, ser bem tratado, comer um monte e nem se importar com o peso, as espinhas e qualquer frufru cotidiano de quem tem uma vida agitada. Estou no ócio mesmo, quer dizer, fazendo o que gosto. Já li quase todos os livros que comprei para passar as férias, escrevi no meu diário e passei ótimos momentos com a família e com os amigos que vejo apenas no final de ano, e alguns que já não via a muitos anos.
Só para não sair do ritmo, fica um vídeo legal... espero que ilustre o modo em que irei encarar a vida em 2009 - literalmente. E sobre as férias: é isso aí (não tenho nada a dizer e muito menos a refletir sobre isso, apenas estar em férias).

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Pasto verde para a imaginação

Final de ano chegando. Já estamos a dois meses revisando nossas vidas e nos projetando para o próximo ano. Afinal, é de sonhos e esperanças, e, de muita persistência em acreditar neles(as) que levamos a nossa vida, encaramos a realidade e buscamos aproveitar todo seu sumo.

E para quem sonha, e quem é persistente o bastante, aqui vai um alívio: não temos idade e nem momento certo para coisas maravilhosas acontecerem. No entanto, conheço poucas histórias reais, a maioria está na ficção. Eu como gosto mesmo é de viver com muita imaginação, vai a dica para quem desejar regar ela. O filme Elsa e Fred. Confiram o trailler:



terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Não dá para deixar passar

No dia de Ação de Graças eu e uma amiga saímos da aula, último dia por sinal, em busca de um bar na cidade. Passamos por aqueles que costumamos a ir, e todos lotados. O calor arrebatador do verão abafado de Santa Maria era presente numa noite muito linda. Como de costume, nossas conversas sobre nossas inquietudes nos levaram a um lugar desconhecido, para mim. Sentamos e pedimos. Comemos um monte, bebemos um pouco. Enfim, brindamos o nosso ano. Fizemos nossa ceia de Ação de Graças – considero até mais importante que o Natal. Fomos para casa cedo.

(...)

Algumas semanas depois. Também numa quinta-feira, depois de ter feito festa na madrugada e ter ficado na TV em que estagio o dia todo, sai sem rumo com um amigo para também comemorarmos o ano. Dessa vez, era uma comemoração que eu havia prometido para ele, em agradecimento a parceria que fizemos profissionalmente. Diferente em diversos aspectos, mas num mesmo patamar do dia que sai para agradecer o ano.

O curioso que paramos no mesmo bar. Tomamos outra tipo de cerveja e comemos outro petisco. A conversa se norteou por algo que me chamou atenção. No início falamos de peculiaridades da vida profissional, dos estudos, dos amores, etc. e tal. Em meio a cervejas que caíram muito bem (fazia um calor danado) nossa conversa parou nas identificações que temos com os nossos ídolos.

‘Demos’ uma de analistas de lixeira e começamos a verificar os traços de nossos conhecidos com seus ídolos pops. Por incrível que pareça, e infelizmente, percebemos que a maioria se espelha nas figuras americanas. Acho que o tema veio à tona devido a presença da nada mais nada menos, rainha do pop e da comunidade GLBT ou LGBT, Madona, que está em turnê por nossas bandas.

Em resumo, não chegamos a nenhuma conclusão. Mas o que vale é que estamos no verão – mesmo que eu goste – é um momento agradável para estar ao ar livre. Ver a lua que hoje está cheia e conversar amenidades nas mesas de bares pelo mundo afora. Essas coisas a gente não pode deixar de fazer, não dá para deixar passar.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Uma viagem qualquer!

Era final de novembro (acredito) de um ano qualquer. Eu e mais 4 colegas resolvemos viajar com a turma da noite. A princípio não conhecíamos quase ninguém, o que não demorou muito. O roteiro era simples, entretanto, encantador. Sairíamos em direção à Argentina e depois de um breve percurso por terras castelhanas chegaríamos ao destino, conhecer a Usina de Itaipu e claro, desfrutar um pouco da cidade de Foz de Iguaçu.

Nos divertimos pra caramba. Aquelas viagens de final de ensino médio que são projetadas para todos se divertirem muito. Fazer muita festa, conversar, ficar, e tudo o que você pode imaginar... (mas nada além de uma normalidade). O que eu não poderia imaginar é que um lindo amor iria nascer em meio aqueles momentos.

Eu fiquei no quarto com mais três amigos. Um deles o Miguel (futuro compadre) e ele me disse, dá um toque na Taíze (também futura comadre) que eu estou afim dela. Eu, como bom cupido que sou, dei um super toque. A Taíze até disse que não queria e eu diz as gurias me ajudarem na missão de juntar os dois. Afinal, estava chegando a nossa formatura e sempre fui a favor de proporcionar a felicidade aos meus amigos. Mas, o que eu não esperava era que aquele encontro, tímido, e de uma viagem de escola, que geralmente fica na nossa lembrança como algo que fez parte daquela etapa, se tornaria um sólido romance.

(...)

Esse final de semana estive em casa, e lá estava, em cima da minha escrivaninha o convite do casamento. Aquele convite me remeteu a mil fatos, mil acontecimentos. Fiquei horas degustando-o, relembrando cada momento da viagem, do segundo grau e de uma amizade. Minha emoção ganhou profundidade quando percebi que minha irmã, que conclui a 8ª série, foi viajar hoje com seus colegas para Foz do Iguaçu. Não que isso signifique o encontro de um grande amor, afinal já fiz mais vezes e não encontrei ainda, mas que marcou um momento feliz da minha vida.

Agora delegado o meu testemunho desse amor, sinto-me honrado, e as emoções e arrepios me inundam de alegria e um bem-estar fantástico me envolve. É por isso que eu desejo, antecipadamente a todos um 2009 repleto de amor, literalmente.

Abraços

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

“SIN MAIZ NO HAY PAIS”


Imagine se o Brasil assinasse um acordo de livre comércio com os EUA e desde então todo os nossos grãos se destinassem a esse país a um preço irrisório e, em contrapartida, tornassem-se caros para nós. Imaginem, perdermos o controle sobre o bem de consumo que nos é mais essencial: o alimento.


Isso ocorre no México. Esse país tem perdido cada vez mais sua identidade e, como se não bastasse, o milho já não lhe pertence. O milho é o México, a cultura, as festas giram em torno dele. Portanto, muito mais do que um produto alimentício, é uma extensão da vida desse povo.


DERECHO de los pueblos, de sus Países o Uniones de Estados a definir su política agraria y alimentaria, sin dumping frente a países terceros” esse é um dos elementos da soberania alimentar elaborado, defendido pela Via Campesina.

Sem milho não há país...


O vídeo abaixo mostra isso muito bem. É da UNICAM – Universidad Indigena Campesina.





terça-feira, 9 de dezembro de 2008

O que ainda me preocupa

Um jovem foi morto. Independentemente das circunstâncias, do contexto de rebelião, essa morte foi vista pela sociedade grega como a explosão de uma bomba atómica de poder do governo e de seu primeiro-ministro conservador. E as manifestações estudantis e agora também contra a repressão continuam por lá.

Agora a minha pretensão enquanto sujeito pensante é perguntar-lhes: qual é a diferença da sociedade grega e da brasileira? Por que uma morte apenas leva o povo a revolta e promove que sua justiça funcione rapidamente.

Se fosse no Brasil até poderíamos nos revoltar, ir para a rua e tal, mas nosso sistema judiciário não permitiria o julgamento, do caso por exemplo dos policiais responsáveis pela morte do rapaz, tão instantaneamente. É um horror sabermos que o jovem que matou de forma bruta um índio com fogo enquanto durmia, trabalho hoje como funcionário público. É terrível ter noção de quanto somos desamparados por nosso sistema falho. Sonho em sermos um pouco gregos nisso, pelo menos, um dia!

Olhos atentos