No sábado (04/04), São Paulo recebeu a primeira edição da Skol Sensation. Uma festa eletrônica, pelo que me parece, com uma ótima estrutura. Os baladeiros deveriam se vestir de branco, até para dar o clima com a estrutura da árvore central. Agora, o que pouco gente esperava, quem sabe os organizadores nem se deram conta, é que a festa fosse abrigar tanta diversidade. O site Mix Brasil chegou a afirmar que em alguns conglomerados poderia se sentir na The Week. Você pode ver no comentários desse vídeo postado pela equipe organizadora da festa cheia de sensações.
A segunda maior montadora japonesa, a Honda, abre caminho no enfrentamento do preconceito, ou melhor, vai em busca de novos clientes (acho essa lógica a pensada por eles). Isso vem sendo mostrado sutilmente também pelos comerciais da Coca-cola e outras gigantes globais.
Confira!
O comercial da Honda mostra modelos de diferentes famílias (mas é bem sutil).
O comercial da Coca-cola traz a ideia de um mundo novo, não sei onde passou este, mas encontrei ele no Youtube e já tinha visto em trabalho acadêmico de análises de discurso.
Penso, logo existo! Mas até quando pensar somente nos torna real. Até que ponto somos aquilo que pensamos. Até que ponto fazemos aquilo que desenhamos em nossas mentes. Alguns autores afirmam que não sabemos comandar nossos pensamentos, e acho que eles estão certos.
Ontem mesmo disse o que jamais um amigo deve dizer a outro. Mesmo eu achando que tenho razão, não era o meu papel falar aquilo, não naquele momento. Colocamos de uma maneira tola, em meia dúzia de palavras uma amizade engrandecedora, uma relação maravilhosa. Por quê? Eu penso (me referindo ao pensar do início) que buscamos o tempo todo estragar tudo. Seja conosco mesmo, seja com os nossos familiares, amigos e claro, nossos relacionamentos. Sabemos que não devemos fazer aquilo, mas, vamos lá e fazemos.
Algo inesplicável, acho que não! Somos seres humanos e estamos a todo instante fazendo coisas erradas. Pedir desculpas as vezes não serve, tentar reparar é ainda pior. Eu sinceramente não sei o que devo fazer. Esperar, afinal o tempo é a arma dos convardes ou dos sábios? Também não sei. Só sei que sou assim!
Enquanto os 20 países mais influentes do mundo discutem sobre as possíveis mudanças e apoios para o enfrentamento da crise econômica mundial, quem ganha espaço e até destaque é o nosso criticado presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Ontem à noite, no programa Saia Justa do GNT, as saias discutiam a postura do presidente Lula no seu discurso com o primerio ministro britânico, Gordon Brown, onde culpou os países desenvolvidos de protecionismo e da mediocridade que sempre olharam os países em desenvolvimento. No caso, o Brasill seria um deles também. Lula afirmou ainda, que essa postura se deve a sua nascença sindical, quando ia contra o governo e os empresários, agora enquanto presidente do Brasil, critica a posição dos maiores detentores do poder.
Ao contrário de Gordon Brown, as saias nos colocaram em baixíssimo nível. Digo isso, pois, ao afirmar a incapacidade de nosso presidente, estamos nos equiparando a ele. Quer dizer, eu não me considero inútil e muito menos idiota o suficiente para não entender o que está acontecendo no mundo. Não tenho os conhecimentos teóricos que a Márcia Tiburi, a Mônica tem, também não conheço o mundo todo com a Maitê e fiz passeios como a Betty; mas afirmo, sem sombra de dúvida, que se nosso presidente ganhou duas eleições e está se mostrando respeitado no mundo, por inúmeras atitudes - não apenas pelo sistema econômico - quer dizer que estamos em um novo tempo.
Geralmente quando alguém pertencente as mazelas sociais ganha o poder, seja um sindicalista, uma mulher, ou um gay, a sociedade inteira, independentemente da intelectualidade e conhecimentos individuais, critica. O tapa de luva da vez foi a declaração de Obama, agora a pouco na reunião do G-20: "Este é o cara", referindo-se a Lula.
O Grupo Gay da Bahia fez essa a campanha com a Liga da Justiça com roupagens específicas para os gays em 2001. A paródia realizada pelo artista/cartunista Hector Sallas foi exposta em cartazes e em postais da Bahia. Agora está disponível na internet. No site da GGBvocê encontra também o verso do postal, para quem quiser imprimir...
Muitos comentários sobre a campanha estão no site do Mix Brasil. Não acredito que satirizar é uma má maneira de combater a homofobia. Enfim, dessa vez não interessa tanto a minha opinião. Digam vocês.
Nunca concordei com a Guerra do Iraque, algo motivado por interesses capitais, seja do Bush, seja do falecido Saddam Hussein, não me interessa. Sempre fiquei antenado nos acontecimentos, pois odeio mesmo é estar alienado. Mas tem coisas que aconteciam no Iraque que só ficamos sabendo depois dessa "guerra".
Claro, que não podemos esquecer a cultura muçulmana, desrespeitar ela. Mas mesmo ela deveria fazer com os Direitos Humanos. Acabei dar uma zappiada pelos sites de notícias e encontrei uma chamada: Iraque inicia a execução de homossexuais.
Sorte, destino, não sei. Aqui no Brasil, a princípio, não corremos este risco. Entretanto, enxergar as atrocidades que são realizadas por motivos tolos, por acharem que ser homossexual está ofendendo um Deus que não conhecemos, que não nos conhece e que nem sabe o quê e quem somos? Cada um tem o direito de manter a sua fé, mas sou da premissa, a fé é algo interno, não diz respeito a ninguém.
Claro que daí entraria também nos homens bombas que só o fazem por acreditarem que estão se elevando. AHAHAHAH; eu preciso gritar, mesmo que seja no meu blog, pois não suporto a idéia de deixar irmãos meus, e ainda mais homossexuais, morrerem simplesmente por isso.
Lutar pela direito da regulamentação da minha profissão - o Jornalismo - fica algo muito superficial e até injusto, quando vemos pessoas morrendo por serem o que são. Claro, que temos essa notícia publicada em poucos jornais aqui do Brasil, mas um pequeno motivo que tenho em acreditar que essa regulamentação não deva considerar apenas o diploma. Me desculpem, meus amigos: é isso que eu penso.
Apaixonado pelo mundo, acredita no potencial humano; num mundo melhor. Para que isto aconteça, acha necessário o acolhimento das diferenças.
Com a vida repaginada, retomada, refeita, reciclada, a partir de 2015, tento me reescrever também enquanto ser pensante.