Eu fico chocado.... E isso não é novidade pra ninguém. Não eu estar chocado, mas as pessoas sofrerem de câncer.
Este final de semana, fui visitar a minha família, interior dos interiores do estado, como podem ser no meu perfil. De uns anos para cá, a doença está aparecendo em vizinhos, amigos, parentes e familiares. O pessoal do interior está apavorado. Mas eu estou mais. Sabem por quê? A minha família tem um histórico da doença bem agunstiante. O primeiro caso, foi da minha avó materna que faleceu há 15 anos atrás de um câncer no fígado. Já perdi outros familiares por causa do 'maldito' e outros que sobrevivem com sua companhia.
Mas ignorar. Isso acho que é a pior atitude. Me revolto, de ver as famílias de pacientes dignosticados que preferem dizer que seus familiares estão em quadro de depressão profunda... e que por isso estão daquele jeito. Não sou especialista em saúde e nem quero ser. Mas esconder o câncer. Será que é uma doença como Aids.? Que os gays passam?
Deixem de besteiras.... O câncer é uma doença comum hoje. As pessoas querendo ou não. Dêem uma olhado no site do INCA, os que se interessam. E os que tem problema de dizer esta palavra... Ahhh.... Por favor, câncer é uma realidade, e precisamos saber lidar com ela...
Abraços....
Desabafo Julio Marin
terça-feira, 13 de maio de 2008
Deve ser enfrentado
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Pra rir um pouco
Eu sou um ser utópico. Acredito no potencial humano e nas mudanças. Quem sabe o mundo está se permitindo a viver, a não ter limites, ou estes - limites - serem apenas o de preservação: das espécies.
Esse comercial, que achei zapiando na internet, quero compartilhar...
Uma super semana...
Beijos
terça-feira, 8 de abril de 2008
Um sentido...
Um olhar nada comum sobre a cidade central, Santa Maria. Meu colega de faculdade Nícolas Fonseca foi o responsável por essa bela imagem. A captura se deu no prédio 14 da Unifra campus III, no início de 2007.Quero deixar de ser chato e lhes contar o quanto essa imagem tem de significação. Para mim, ela representa o começo da minha jornada em Santa Maria, o começo na Agência Central Sul e a tentaviva de uma nova vida. Com tudo isso, eu me utilizei dessa obra, que não é de minha autoria, e denomino-a: "Meu começo".
Um super abraço
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Participem da brincadeira
Abraços Julio Marin
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Novidade!!!

Vou buscar a minha na banca, mas para quem quer matar a curiosidade antes, olhe no site: www.revistadom.com.br.
A publicação que provavelmente será mensal, segundo o Jornal Folha de São Paulo, trata, finalmente, com respeito o público gay.
Abraços... corram pra banca...
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Em dias tristes, como o de hoje, há coisas que gosto de fazer. Entre elas lembrar de algumas músicas...
Fênix
de Jorge Vercilo
Eu,Prisioneiro meu
Descobri no breu
Uma constelação
Céus,Conheci os céus
Pelos olhos seus
Véu de contemplação
Deus,
Condenado eu fui
A forjar o amor
No aço do rancor
E a transpor as leis
Mesquinhas dos mortais
Vou,
Entre a redenção
E o esplendor
De por você viver
Sim,
Quis sair de mim
Esquecer quem sou
E respirar por ti
E assim transpor as leis
Mesquinhas dos mortais
Agoniza virgem Fênix
O amor
Entre cinzas, arco-íris e esplendor
Por viver às juras de satisfazer
O ego mortal
Coisa pequenina,
Centelha divina
Renasceu das cinzas
Onde foi ruína
Pássaro ferido
Hoje é paraíso
Luz da minha vida
Pedra de alquimia
Tudo o que eu queria
Renascer das cinzas
Quando o frio vem
Nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
A luz da escuridão
E a dor revela a mais
Esplendida emoção
O amor
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
A arte de comunicar o Amor
Depois de algumas desilusões a gente aprende que na verdade nem amamos, apenas nos apaixonamos. Acredito que ainda não amei de verdade, pelo menos não como idealizo. E aí mora o problema. Idealizar. Algo bem humano, mas nada racional erro que cometo a cada nova experiência do coração.
Às vezes, na verdade, sempre, paro e penso, fico comparando o meu amor com um conto, uma história literária e acabo sem encontrar um que me enquadraria. Mas quando analiso as músicas... Ahh!!! Nessa categoria encontro milhares, mas tem uma a qual me identifico de verdade: Íris da Banda Go Go Dolls.
O psicanalista Jorge Forbes, na programa Saia Justa de ontem (31/10/2007) afirmou que nós ‘devemos superar o literário, ir além da história que nos identificamos. Precisamos quebrar as barreiras, formar um elo de comunicação com o objeto de desejo’. Resumindo, deixar de lado o sofrimento e viver o amor, se permitir a viver todo esse magma de sensações.
Olha parece até fácil. Mas hoje prefiro mesmo ficar amando escondido, o tal do amor não correspondido. Quem sabe até por falta de oportunidade. Gostaria muito que existisse um curso para as pessoas aprenderem a expor os seus sentimentos. Na maioria das vezes não consigo fazer isso de forma natural, espontânea.
No meu caso, comunicar a pessoa amada o quanto admiro ela, etc. e tal é uma arte que não domino.
Abraços